19.9.11

Meu Rico Portugues



Meu Rico Português foi uma telenovela brasileira exibida pela Rede Tupi de Televisão no horário das 19 horas, de 17 de fevereiro a 20 de setembro de 1975. Foi escrita e dirigida por Geraldo Vietri, com supervisão de Carlos Zara. Apresentou 189 capítulos.


Trama
Severo Salgado Salles, recém chegado de Portugal, trava amizade com a milionária Veridiana Pires Camargo, que considera seus parentes como parasitas, vivendo as suas custas. Com a ajuda de Severo, ela vai descobrindo algumas qualidades ocultas nos parentes.

Ao mesmo tempo Severo desperta paixões, uma delas é Walquíria.

Elenco
Jonas Mello .... Severo Salgado Salles
Márcia Maria .... Walquíria
Dina Lisboa .... Veridiana
Cláudio Corrêa e Castro .... Rudolph
Elizabeth Hartmann .... Gertrude
Arlete Montenegro .... Dora
Wilson Fragoso .... Florêncio
Marisa Sanches .... Letícia
Maria Estela .... Ofélia
Ruthinéia de Moraes .... Ida Flag
Gilmara Sanches .... Loreta
Flávio Galvão .... Daniel
Paulo Figueiredo .... Ricardo Alexandre
Chico Martins .... Peixoto
Flamínio Fávero .... Werner
Olney Cazarré .... Wagner
Walter Prado .... Rangel
Odair Toledo .... Fritz
Etty Fraser .... Frida
Jacira Sampaio .... Luzia
Osmano Cardoso .... Afonso
Norah Fontes .... Mercedes
Rosa Maria Pestana .... Laurinda
Olívia Camargo .... Celeste
Glauce Graieb .... Norma

TRILHAS SONORAS DA NOVELA :



Internacional
E Depois do Adeus - Luiz Arruda Paes e Orquestra (tema de abertura)
Tu Sola Con Me - Sergio Endrigo (tema de Severo e Dora)
O Tempo Volta Pra Trás - Rosa Maria Morais (tema de Gertrude)
Sad Sweet Dreamer - Sweet Sensation (tema de Valquíria e Daniel)
Denn Wir Sind Fureinader Bestimmt - Peter Alexander (tema da família alemã)
E Depois do Adeus - Sebastião Manuel (tema de encerramento)
Thinking Of You / You're All I Need - Jay Dee (tema de Valquíria)
Sinfonia n° 5 em Ré Maior, Opus 107 "La Reforma" de Mendelssohn (tema de Veridiana)
III Movimento (Adagio) - Waldo de Los Rios (tema de Dona Mercedes)
Foi Deus - Sebastião Manuel (tema de Rudolf e família)
Canoas do Tejo - Manuel Taveira (tema de Loreta)
World Of Dreams - Martin Dale (tema de Letícia)
Take Away The Sunshine - Tom Waite (tema de Daniel)



Nacional
Chegada - Rolando Boldrin
Sei Lá... Sabe - Edith Veiga
Estranha Forma de Vida - Francisco Egydio
Dúvida - Rosemary
Estou Aqui - Os 3 Moraes
Interlúdio - Orquestra Renato de Oliveira
Pomba Branca - Célia
Resto de Vida - Gilbert
Ele Sem Palavras - Milena
Legato a Te - Ary Sanches
Cantiga Franca - Rosa Maria
Engano - Orquestra Renato de Oliveira








A Viagem é uma telenovela brasileira, produzida pela Rede Tupi e exibida de 1º de outubro de 1975 a 27 de março de 1976, às 20 horas, em 141 capítulos. Escrita por Ivani Ribeiro, foi dirigida por Edson Braga e Atílio Riccó, com supervisão geral de Carlos Zara.

Enredo

Pego em flagrante num assalto, Alexandre mata o homem que o surpreende e tenta fugir. Porém, o irmão Raul e o cunhado Téo o entregam à polícia. Só sua irmã Diná é quem faz por onde defendê-lo. Vai procurar o renomado advogado, César Jordão, para que represente Alexandre, mas se depara com um homem revoltado e disposto a fazer de tudo para condenar o rapaz, uma vez que o morto era seu grande amigo. Assim sendo, Alexandre é condenado e, para não passar o resto da vida apodrecendo na cadeia, suicida-se, prometendo vingança "senão nessa vida, na outra".

Com o suicídio de Alexandre, o médico e amigo da família, Dr. Alberto Menezes, põe-se a tentar ajudar a mãe dele, Dona Izaura, e a todos da família, dada a tragédia. Alberto é apaixonado por Estela, outra filha de Izaura, que tem problemas com a filha adolescente Maria Lúcia, que criou sozinha já que o marido Ismael é um mau caráter que a abandonou. Raul, o irmão que denuncia Alexandre, vive um casamento mais que feliz com Andrezza e se dá muito bem com a sogra, Dona Guiomar. Diná é uma mulher bonita, charmosa, casada com um homem mais jovem, Téo, o que provoca crises de ciúme. O Dr. César, com quem Diná passa a viver uma relação de ódio, culpando-o por tudo de ruim que aconteceu a seu irmão, é viúvo e pai de dois filhos, o jovem César Júnior e o garoto Dudu. Todavia, Alexandre, noutro plano, passa a atormentar a vida de todos, cumprindo o que prometera antes de morrer, como por exemplo: deixar Júnior, filho de César Jordão, drogado; e tornando Téo um marido violento. Seus principais alvos são o advogado, o irmão e o cunhado. Diná e César se apaixonam, bem como Téo e Lisa, antes namorada de Alexandre. A única pessoa que se dá conta da negra influência satânica de Alexandre sobre os vivos é o Dr. Alberto, adepto do Espiritismo, que tenta fazer algo através de suas reuniões mediúnicas.

Morre o advogado César e, depois, morre Diná. Eles se reencontram num lugar chamado "Nosso Lar" (representação do céu) e de lá, juntos, com seu amor capaz de superar todas as barreiras, tentam reverter a influência perversa de Alexandre, que está preso no "Vale das Sombras", sobre os seus entes queridos na Terra.

Elenco
Eva Wilma – Diná Veloso
Tony Ramos – Téo (Teófilo)
Ewerton de Castro – Alexandre Veloso
Adriano Reys – Raul Veloso
Irene Ravache – Estela Veloso
Rolando Boldrin – Alberto Rezende
Altair Lima – César Jordão
Elaine Cristina – Lisa
Joana Fomm – Andrezza Veloso
Carminha Brandão – Guiomar
Carmem Silva – Isaura Veloso
Carlos Alberto Riccelli – César Jordão Júnior
Lúcia Lambertini – Cidinha
Abrahão Farc – Tibério
Wilma de Aguiar – Fátima
Dante Rui – Agenor
Serafim Gonzalez – Ismael
Suzy Camacho – Maria Lúcia
Ricardo Blat – Hélio
Ana Rosa – Carmem
Haroldo Botta – Dudu
Leonor Lambertini – Luísa
Francisco di Franco – Mauro
Teresa Sodré – Nenê
Yolanda Cardoso – Josefina
Kadu Moliterno (com o nome de Carlos Eduardo) – Caíto
Arnaldo Weiss – João
Terry Winter – Rui
Gervásio Marques – Queiroz
Maria Viana – Edméa
Carmem Marinho – Renata
Oswaldo Mesquita – Duarte
Oswaldo Campozana – Jurandir
José Parisi Júnior – Lula
Arnaldo José Pinto – Zeca
Régis Monteiro – Zé Luís
Andréa Morales – Patrícia
Anita Cousseiro – Maria
Judi Teixeira – Francisca
João Acaiabe – Damião
Elza Maria – Zulmira
Elizabeth Hasselbarth – Dolores
Rildo Gonçalves
Sérgio Galvão
Clemente Viscaíno
Guilherme Corrêa
Sílvio Rocha – Lourenço
Cuberos Neto – desconhecido
Annamaria Dias – Verônica Jordão (primeira esposa de Otávio)
Arlete Montenegro – Mariana
Márcia Maria – Carlota
Kate Hansen – Carlota (substituindo Márcia Maria)
Carlos Augusto Strazzer – Sombra
convidado especialmende

Cláudio Corrêa e Castro como Conselheiro Daniel
Curiosidades desta trama da Tupi:
A telenovela reafirmou o potencial de idéia da autora e apresentou um sensível trabalho de Eva Wilma, principalmente nas sequências do além.
Foi o último trabalho da atriz Lúcia Lambertini, que viveu a divertida "Dona Cidinha", proprietária de uma pensão que era um dos cenários da história.
A novela foi considerado um marco na televisão brasileira, conseguindo uma média de 67 pontos em sua audiência em todo território nacional, ficando apenas 1 ponto atrás de Vale Tudo.
Mais uma vez se apostou na química do casal formado por Tony Ramos e Elaine Cristina, que vinham de Os inocentes e Ídolo de pano.
Para escrever A viagem, Ivani Ribeiro baseou-se em dois livros ditados pelo espírito André Luiz ao psicógrafo médium Chico Xavier: Nosso lar e E a vida continua....
Na época da exibição da novela foi lançada uma versão da história em livro.
A viagem foi reapresentada, no horário das 21:00 horas, de 3 de março a 16 de julho de 1980, já nos estertores da emissora. Tanto que, em virtude de a Rede Tupi encerrar suas transmissões, essa reprise ficou inacabada. Um dado interessante é que, em 1980, a Rede Tupi relançou a novela com outra abertura, diferente da original, contando com outro tema de abertura. Com A Viagem, a partir de novembro de 1975, a TV Tupi disputava incisivamente a audiência com a Rede Globo, no horário das 20 horas. Neste mês, estreou Pecado Capital, após o término da reprise de Selva de Pedra.

24.8.11

Angústia de Amar




Novela produzida pela antiga Tv Tupi no ano de 1967
Sinopse
A Novela de Dora Cavalcante era baseada no romance de Henry Farroel, Angústia de Amar, conta a história de Jane (Aracy Balabanian) lutando contra as maldades da irmã Patrícia (Eva Wilma) pelo amor de Roger (Cecil Thiré).

Elenco
Aracy Balabanian
Eva Wilma
Cecil Thiré
Juca de Oliveira
Beatriz segall
Ruy Afonso




A Selvagem é uma telenovela brasileira produzida pela extinta Rede Tupi e exibida de janeiro a fevereiro de 1971. Adaptação de Geraldo Vietri e Gian Carlo de uma telenovela de Ivani Ribeiro escrita a partir de um original de Manuel Muñoz Rico, dirigida por Geraldo Vietri e Henrique Martins.

A obra é um remake de Alma Cigana, novela apresentada pela TV Tupi em 1964, com a mesma Ana Rosa no papel principal.
Sinopse
Relata a história de uma mulher que durante o dia é uma freira e à noite aparece dançando num acampamento cigano. A dúvida que paira durante a novela é se elas são gêmeas, sósias, ou uma mulher com dupla personalidade.

Elenco
Ana Rosa .... Estela / Esmeralda
Henrique Martins .... Fernando
Suely Franco ....Carlota
Castro Gonzaga .... Dom Rafael
Neri Vitor .... Diego
Jayme Barcellos .... Pablo
Isabel Ribeiro .... madre superiora
Dirce Migliaccio .... Lola
Chico Martins
entre outros...

14.7.11

Joe 90



Emissora: ITC.

Emissora no Brasil: Tv Tupi.
Ano de Produção: 1968 (30 episódios).
Cores.
Companhias Produtoras: Century 21 Television e Incorporated Television Company.
A Série.



Joe 90 foi uma série de TV criada em 1968 por Sylvia e Gerry Anderson, utilizando exclusivamente bonecos e marionetes dentro de uma técnica desenvolvida por Gerry Anderson e equipe, chamada Supemarionation, para Lew Grade´s ITC Entertainment, pela Century 21 Productions.

Esta nova série de Anderson se caracterizou por apresentar operações de salvamento, organizações mundiais secretas, complicadas engenhocas, terrorismo e ameaças para o mundo inteiro. Na parte técnica, os bonecos ficaram mais precisos e com melhor proporcionalidade em relação à série anterior chamada, Captain Scarlet and the Mysterons, apesar de muitos dos bonecos serem re-utilizados, com exceções do Captain Scarlet, Capitão Blue e da Tenente Green.

Também alguns outros bonecos foram construídos, incluindo Joe e Mac e muitos bonecos tiveram versões com aparências mais bronzeadas para retratar pessoas mais morenas. O estilo mais violento e escuro que já havia em Captain Scarlet também foi continuado em Joe 90. Um exemplo disso ocorreu quando o professor McClaine foi seqüestrado, amarrado e ameaçado, com uma broca, no episódio "Project 90".

Isso demonstrava claramente que os enredo eram impróprios para um menino de nove anos. Também era permitido ao nosso herói, ainda menino, se infiltrar em locais perigosos e sem despertar suspeitas. Para acrescentar mais realismo, a voz de Joe foi interpretada pelo ator-mirim Len Jones, em lugar de uma atriz, como era normalmente feito nas outras séries. Mac foi sonorizado por Rupert Davies e Sylvia Anderson emprestou sua voz para Mrs. Harris.

A série também insinuava que a Guerra Fria não mais existia no século 21, mas muitas cenas mostravam o contrário, como na cena em que Joe rouba um avião de guerra russo, assim como os vilões que apresentavam caracteres freqüentemente eslavos. As músicas do espetáculo ficaram ao cargo de Barry Gray, que também compôs músicas para outras produções de Anderson.
A História.



A história desta série se concentra num garoto de nove anos, chamado Joe, adotado pelo gênio em computação, o Professor Ian McClaine, que inventa um aparelho denominado de B.I.G.R.A.T. (Brain Impulse Galvanoscope Record and Transfer).

O personagem Joe 90 era um garoto inocente e pueril sem seus óculos, mas quando as usava seu comportamento se tornava com um tom adulto, devido a natureza do padrão do cérebro que ele estava usando no momento. Como um menino normal ele se dirigia ao professor como "pai", mas com os óculos ele se dirigia a ele como "Mac". Curiosamente, não era incomum nas escolas britânicas, nos anos sessenta, chamar um garoto inteligente de Joe 90. Esse mesmo apelido também, geralmente era dado, as crianças com problemas visuais, que necessitavam do uso de óculos.

Esse aparelho era um dispositivo que permitia transferir todos os conhecimentos e experiência de uma pessoa, através de um complicado sistema de eletrodos, que armazenavam as informações obtidas num computador e através de ondas cerebrais, podiam ser transferidas para uma segunda pessoa.

Um amigo do professor chamado Sam Loover, que na realidade era um agente secreto que trabalhava para uma organização secreta chamada WIN (Word Intelligence Network), ao tomar conhecimento do aparelho, consegue persuadir o professor a deixar o seu filho Joe a usar o aparelho e assim trabalhar para a WIN.

Depois que Joe adquire as habilidades após a transferência, ele consegue a voar em poderosos jatos, executar cirurgias, e assim por diante, enquanto passa por um garoto inocente diante de seus inimigos.

O maior problema de todo esse sistema era que Joe precisava se manter em contato permanente com a máquina, para não perder os conhecimentos e isso foi resolvido com o uso de um par de óculos especiais, que o conectavam via rádio. Assim Joe, juntamente com a organização WIN, passa a vivenciar várias aventuras tentando preservar a paz no mundo.


No Brasil.



No Brasil esta série foi apresentada pela TV Tupi, na década de 70.

Dubladores Originais

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Len Jones ... Joe McClaine
Rupert Davies ... Professor Ian "Mac" McClaine
Sylvia Anderson ... Ada Harris
David Healy ... Shane Weston
Keith Alexander ... Sam Loower
Shane Rimmere ... Cientista Kelly da Win

Fonte:http://www.infantv.com.br

21.2.11

Vingadores do Espaço


Vingadores do Espaço (Maguma Taishi/1966-67/Jap/Cor)
Gênero: Tokusatsu/Aventura
Produtora: P-Productions / Kamuima Productions
Criação: Osamu Tezuka
Elenco: Tetsuya Uozumi (Goldar), Shigeko Mise (Silvar), Hideki Ninomiya (Gam), Toshio Egi (Mikko), Masami Okada (Tom Mura), Tohru Ohira (Rodak), Yuan Shimizu (Metusen)
Formato: 52 episódios de 27 minutos de duração em 1 temporada
Dublagem: Cine Castro/RJ e SP
Distribuição no Brasil: Teleshow
Exibição: Fuji TV (Japão), TV Tupi (Brasil), TV Record (Brasil), TV Bandeirantes (Brasil)
A estreia da série aconteceu em 4 de julho de 1966, pela Fuji Television, com o título de Maguma Taishi (Embaixador Magma). Foi exibida no Japão até 25 de setembro de 1967, somando 52 episódios e ficando marcada como a primeira série em cores da tevê japonesa. Seis dias depois, a mesma Fuji TV estrearia Ultraman (Tsuburaya Productions), também em cores.No Brasil, Vingadores do Espaço alcançou grande sucesso, graças a uma grande campanha de marketing para televisores a cores. A TV Tupi foi a responsável pela estreia da série no Brasil, em 1973, no Programa do Capitão Aza, ao lado de Super Robin Hood, O Jovem Sansão, Ben, o Urso Amigo, Tarô Kid, Anjo do Espaço, Homem-Aranha, entre outros. A série reestreou pela TV Record, já no fim dos anos 70, e a última reprise aconteceu na metade dos anos 80, pela TV Bandeirantes.
Temporada Única (1966/67)


01 - Rodak
02 - A Ameaça Subterrânea
03 - Ataque de Molesaurus
04 - A Bomba
05 - Birdaurus: Terror do céu
06 - A Besta Voadora
07 - A Criatura Victorious
08 - O Horror Alado
09 - O Terrível Homem Lugo
10 - Zandosis Ataca
11 - A Criatura Mamute
12 - A Armadilha
13 - A Super Criatura de Calor
14 - Taron
15 - Terror no Espaço
16 - Luta de Titãs
17 - Ataque de Renautis
18 - O Monstro do Terror
19 - A Droga da Morte
20 - O Conflito
21 - Desafio do Grande Noronda
22 - O Terror da Agitação
23 - A Criatura Selvagem
24 - Batalha Contra Behemoths
25 - Invasores de um Planeta Longínqüo
26 - Visita Surpresa
27 - Gor contra a Terra
28 - O Fim de Vacuma
29 - A Cidade Destruída
30 - Terror de Leste a Oeste
31 - Gorda
32 - A Grande Colisão
33 - Os Mini-Seres
34 - Ataque das Plantas
35 - Uma Armadilha para Goldar
36 - Os Insetos
37 - Em Direção a Horonda
38 - Explosão
39 - Desastre Instantâneo
40 - A Embreagem de Klaw
41 - O Choque de Gahna
42 - O Mergulho
43 - A Arma Extra Terrestre
44 - Quatro Milhões de Volts
45 - O Fantástico Gonda
46 - Batalha Final
47 - O Grande Movimento de Lodi
48 - Sopro de Martelo
49 - A Invasão de Rada
50 - Fúria no Espaço
51 - A Criatura Mais Poderosa de Todos os Tempos
52 - Prova Final

13.2.11


A Televisão Tupi de São Paulo, canal 3, foi a primeira emissora de televisão do Brasil, fundada em 18 de setembro de 1950 por Assis Chateaubriand. Fazia parte do Grupo Diários Associados. Assis Chateaubriand presidiu a cerimômia que contou com a participação de um frade cantor mexicano, Frei José Mojica, que entoou "A canção da TV", hino composto especialmente para a ocasião. Um balé de Lia Marques e declamação da poetisa Rosalina Coelho Lisboa, nomeada madrinha do "moderno equipamento" fizeram parte do show. A jovem atriz Yara Lins foi convocada especialmente para dizer o prefixo da emissora — PRF-3 — e o de uma série de rádios que transmitiam em cadeia o acontecimento. A seguir entrou a programação na tela dos cinco aparelhos instalados no saguão do prédio dos Diários Associados.
A TV Tupi dos primeiros anos era uma verdadeira escola. Dois dias depois da primeira emissão, em 20 de setembro de 1950, estreou o primeiro programa humorístico, chamado Rancho Alegre com Mazzaropi. Aos poucos, outros programas ganharam forma: o primeiro telejornal, a primeira telenovela.

O programa TV de Vanguarda revelou a primeira geração de atores, atrizes e diretores. Foram apresentadas peças como Hamlet, de Shakespeare, e Crime e Castigo, de Dostoiévski. Alguns programas dos primeiros tempos da TV Tupi tornaram-se campeões de audiência e permanência no ar: Alô Doçura, Sítio do Picapau Amarelo, O céu é o limite, Clube dos Artistas (que existiu de 1952 a 1980) e o famoso telejornal Repórter Esso (que ficou dezoito anos no ar).

A telenovela foi uma invenção da TV Tupi, que as exibia em capítulos semanais e era capaz de ousadias como mostrar beijo na boca. Foi em 1951, na novela "Sua vida me pertence", que Vida Alves deixou-se beijar pelo galã Walter Forster.

No jornalismo a emissora repetiu na tela o sucesso do Repórter Esso, que marcou época no rádio brasileiro a partir de 1941. Os locutores Heron Domingues e Gontijo Teodoro entravam no ar com as últimas noticias nacionais e internacionais ao som de um dos mais famosos prefixos musicais da história do rádio e televisão brasileiros.

Se durante a primeira década de sua existência a Tupi foi líder absoluta, nos anos 60 as emissoras concorrentes aprimoraram sua programação para lutar pela audiência. Em 1968, a novela "Beto Rockfeller", de Bráulio Pedroso, revoluciona a linguagem da televisão. A partir da figura de um anti-herói, surge um novo estilo de interpretação, mais natural. A TV Tupi revela mais uma geração de talentos.

Também na programação infantil a Tv Tupi se destacou com o Clube do Capitão Aza, criado em 1966, onde clássicos do desenho animado como Speed Racer e séries como Ultraman e Ultraseven foram apresentadas.
Em 16 de julho de 1980, pouco antes de completar 30 anos no ar, a Rede Tupi tem 7 de suas 10 concessões declaradas peremptas (termo juridico que significa "não-renovável") pelo Governo Federal, a decisão foi publicada no Diário Oficial, no dia seguinte. Minutos antes do meio-dia de 18 de julho de 1980, três engenheiros do Departamento Nacional de Telecomunicações então (Dentel) subiram ao décimo andar do edifício-sede da TV Tupi de São Paulo, na avenida Professor Alfonso Bovero nº 52, no bairro do Sumaré, e lacraram o transmissor da emissora. Saíam também do ar a TV Tupi do Rio, a TV Itacolomi, de Belo Horizonte, a TV Marajoara de Belém, a TV Piratini de Porto Alegre, a TV Ceará de Fortaleza, e a TV Rádio Clube do Recife.

Um delegado da Polícia Federal e mais quatro agentes davam proteção aos engenheiros. Era o fim da TV Tupi. A emissora saía do ar exatamente 29 anos e dez meses depois de sua inauguração.

Permanece, entretanto, um acervo de duzentos mil rolos de filmes, 6.100 fitas de videotape e textos de telejornais que contam 30 anos de muitas histórias do Brasil e do mundo.

Das 7 concessões declaradas peremptas, a última que saiu do ar foi a Tupi do Rio. No dia 17 de julho, os funcionários da estação iniciaram uma vigília de 18 horas, comandada pelo apresentador Jorge Perlingeiro, com o objetivo de impedir que o canal 6 carioca fosse fechado. Várias personalidades, como o cantor Agnaldo Timóteo e o humorista Costinha deram apoio aos funcionários. Mas nada adiantou. Às 12:36 de 18 de julho, logo após a exibição de um video da missa do Papa João Paulo II realizada no Aterro do Flamengo e a leitura, feita pelo ator e locutor Cévio Cordeiro, de uma mensagem dirigida ao presidente João Figueiredo pedindo para que a estação não fosse fechada, o sinal da TV Tupi do Rio de Janeiro era definitivamente cortado. Durante o video e a mensagem citados, os funcionários puseram na tela os dizeres "Até Breve, Telespectadores Amigos. Rede Tupi".

Os Diários Associados ganharam na Justiça em 1998 ação indenizatória contra o Governo Federal, e terão de ser indenizados pela intervenção que resultou na perda de 5 dos 7 canais das Emissoras Associadas, que não enfrentavam dificuldades financeiras na época. Somente a TV Tupi de São Paulo e a TV Tupi do Rio estavam com salários atrasados. No caso do canal 6 carioca, boa parte de suas contas eram pagas pela Super Rádio Tupi do Rio, uma vez que a rádio e a TV faziam parte da mesma razão social(S/A Rádio Tupi). Na época, a lei previa que o governo federal teria de nomear um interventor para assumir a administração das empresas em dificuldades, afastando com isso os seus controladores, que a levaram a crise que estavam enfrentado, e somente em caso de falência, que não houve, é que caberia a decisão que foi tomada, o que não era o caso de TV Tupi de São Paulo, e nem da TV Tupi do Rio, pois seus patrimônios, imóveis , equipamentos, instalações, etc., cobriam as dívidas existentes.

Terminava assim a primeira emissora de televisão do Brasil.

Geradoras da Rede Associada
TV Tupi (PRF-3)/São Paulo - Canal 3 (a partir de 1960, Canal 4)
TV Tupi (PRG-3)/Rio de Janeiro - Canal 6

Outras emissoras próprias
TV Brasília/Brasília - Canal 6
TV Itacolomi/Belo Horizonte - Canal 4
TV Itapoan/Salvador - Canal 5
TV Marajoara/Belém - Canal 2
TV Piratini/Porto Alegre - Canal 5
TV Rádio Clube de Goiânia/Goiânia - Canal 4
TV Rádio Clube de Fortaleza/Fortaleza - Canal 2
TV Rádio Clube de Recife/Recife - Canal 6
TV Vitória/Vitória - Canal 6
TV Borborema/Campina Grande - Canal 9

Emissoras afiliadas
TV Sentinela/Óbidos-PA - Canal 7 (atual Band)
TV Paraná/Curitiba - Canal 6 (atual TV JB)
TV Iguaçu/Curitiba - Canal 4(de 1978 a 1980) (atual SBT)
TV Cultura/Florianópolis - Canal 6 (atual Rede Record)
TV Uberaba/Uberaba-MG - Canal 7 (atual Band)
TV Equatorial/Macapá/AP - Canal 8 (atual Record News)
TV Tibagi/Apucarana-PR - Canal 11 (atual SBT)
TV Coroados/Londrina-PR - Canal 3 (atual Rede Globo/RPC)
TV Rio Preto/São José do Rio Preto-SP - Canal 8 (atual canal 7 Rede Record)
TV Esplanada/Ponta Grossa-PR - Canal 7 (atual Rede Globo/RPC)
TV Coligadas/Blumenau-SC - Canal 3 (atual Rede Globo/RBS)
TV Montes Claros/Montes Claros-MG - Canal 4 (atual Rede Globo/InterTV)
TV Altamira/Altamira-PA - Canal 6 (atual Rede Record)
TV Atalaia/Aracaju-SE - Canal 8 (atual Rede Record)
TV Baré/Manaus-AM - Canal 4 (atual Rede Record)
Parte dessas emissoras foram distribuidas às concessões do SBT e Rede Manchete, a partir de 1981
As concessões da Rede Manchete atualmente pertencem à RedeTV!, desde 1999
Já as outras emissoras, foram compradas por outros grupos como CNT e Rede Record.
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A Televisão Tupi de São Paulo, canal 3, foi a primeira emissora de televisão do Brasil, fundada em 18 de setembro de 1950 por Assis Chateaubriand. Fazia parte do Grupo Diários Associados. Assis Chateaubriand presidiu a cerimômia que contou com a participação de um frade cantor mexicano, Frei José Mojica, que entoou "A canção da TV", hino composto especialmente para a ocasião. Um balé de Lia Marques e declamação da poetisa Rosalina Coelho Lisboa, nomeada madrinha do "moderno equipamento" fizeram parte do show. A jovem atriz Yara Lins foi convocada especialmente para dizer o prefixo da emissora %4 PRF-3 %4 e o de uma série de rádios que transmitiam em cadeia o acontecimento. A seguir entrou a programação na tela dos cinco aparelhos instalados no saguão do prédio dos Diários Associados.
A TV Tupi dos primeiros anos era uma verdadeira escola. Dois dias depois da primeira emissão, em 20 de setembro de 1950, estreou o primeiro programa humorístico, chamado Rancho Alegre com Mazzaropi. Aos poucos, outros programas ganharam forma: o primeiro telejornal, a primeira telenovela.

O programa TV de Vanguarda revelou a primeira geração de atores, atrizes e diretores. Foram apresentadas peças como Hamlet, de Shakespeare, e Crime e Castigo, de Dostoiévski. Alguns programas dos primeiros tempos da TV Tupi tornaram-se campeões de audiência e permanência no ar: Alô Doçura, Sítio do Picapau Amarelo, O céu é o limite, Clube dos Artistas (que existiu de 1952 a 1980) e o famoso telejornal Repórter Esso (que ficou dezoito anos no ar).

A telenovela foi uma invenção da TV Tupi, que as exibia em capítulos semanais e era capaz de ousadias como mostrar beijo na boca. Foi em 1951, na novela "Sua vida me pertence", que Vida Alves deixou-se beijar pelo galã Walter Forster.

No jornalismo a emissora repetiu na tela o sucesso do Repórter Esso, que marcou época no rádio brasileiro a partir de 1941. Os locutores Heron Domingues e Gontijo Teodoro entravam no ar com as últimas noticias nacionais e internacionais ao som de um dos mais famosos prefixos musicais da história do rádio e televisão brasileiros.

Se durante a primeira década de sua existência a Tupi foi líder absoluta, nos anos 60 as emissoras concorrentes aprimoraram sua programação para lutar pela audiência. Em 1968, a novela "Beto Rockfeller", de Bráulio Pedroso, revoluciona a linguagem da televisão. A partir da figura de um anti-herói, surge um novo estilo de interpretação, mais natural. A TV Tupi revela mais uma geração de talentos.

Também na programação infantil a Tv Tupi se destacou com o Clube do Capitão Aza, criado em 1966, onde clássicos do desenho animado como Speed Racer e séries como Ultraman e Ultraseven foram apresentadas.
Em 16 de julho de 1980, pouco antes de completar 30 anos no ar, a Rede Tupi tem 7 de suas 10 concessões declaradas peremptas (termo juridico que significa "não-renovável") pelo Governo Federal, a decisão foi publicada no Diário Oficial, no dia seguinte. Minutos antes do meio-dia de 18 de julho de 1980, três engenheiros do Departamento Nacional de Telecomunicações então (Dentel) subiram ao décimo andar do edifício-sede da TV Tupi de São Paulo, na avenida Professor Alfonso Bovero nº 52, no bairro do Sumaré, e lacraram o transmissor da emissora. Saíam também do ar a TV Tupi do Rio, a TV Itacolomi, de Belo Horizonte, a TV Marajoara de Belém, a TV Piratini de Porto Alegre, a TV Ceará de Fortaleza, e a TV Rádio Clube do Recife.

Um delegado da Polícia Federal e mais quatro agentes davam proteção aos engenheiros. Era o fim da TV Tupi. A emissora saía do ar exatamente 29 anos e dez meses depois de sua inauguração.

Permanece, entretanto, um acervo de duzentos mil rolos de filmes, 6.100 fitas de videotape e textos de telejornais que contam 30 anos de muitas histórias do Brasil e do mundo.

Das 7 concessões declaradas peremptas, a última que saiu do ar foi a Tupi do Rio. No dia 17 de julho, os funcionários da estação iniciaram uma vigília de 18 horas, comandada pelo apresentador Jorge Perlingeiro, com o objetivo de impedir que o canal 6 carioca fosse fechado. Várias personalidades, como o cantor Agnaldo Timóteo e o humorista Costinha deram apoio aos funcionários. Mas nada adiantou. Às 12:36 de 18 de julho, logo após a exibição de um video da missa do Papa João Paulo II realizada no Aterro do Flamengo e a leitura, feita pelo ator e locutor Cévio Cordeiro, de uma mensagem dirigida ao presidente João Figueiredo pedindo para que a estação não fosse fechada, o sinal da TV Tupi do Rio de Janeiro era definitivamente cortado. Durante o video e a mensagem citados, os funcionários puseram na tela os dizeres "Até Breve, Telespectadores Amigos. Rede Tupi".

Os Diários Associados ganharam na Justiça em 1998 ação indenizatória contra o Governo Federal, e terão de ser indenizados pela intervenção que resultou na perda de 5 dos 7 canais das Emissoras Associadas, que não enfrentavam dificuldades financeiras na época. Somente a TV Tupi de São Paulo e a TV Tupi do Rio estavam com salários atrasados. No caso do canal 6 carioca, boa parte de suas contas eram pagas pela Super Rádio Tupi do Rio, uma vez que a rádio e a TV faziam parte da mesma razão social(S/A Rádio Tupi). Na época, a lei previa que o governo federal teria de nomear um interventor para assumir a administração das empresas em dificuldades, afastando com isso os seus controladores, que a levaram a crise que estavam enfrentado, e somente em caso de falência, que não houve, é que caberia a decisão que foi tomada, o que não era o caso de TV Tupi de São Paulo, e nem da TV Tupi do Rio, pois seus patrimônios, imóveis , equipamentos, instalações, etc., cobriam as dívidas existentes.

Terminava assim a primeira emissora de televisão do Brasil.

Geradoras da Rede Associada
TV Tupi (PRF-3)/São Paulo - Canal 3 (a partir de 1960, Canal 4)
TV Tupi (PRG-3)/Rio de Janeiro - Canal 6

Outras emissoras próprias
TV Brasília/Brasília - Canal 6
TV Itacolomi/Belo Horizonte - Canal 4
TV Itapoan/Salvador - Canal 5
TV Marajoara/Belém - Canal 2
TV Piratini/Porto Alegre - Canal 5
TV Rádio Clube de Goiânia/Goiânia - Canal 4
TV Rádio Clube de Fortaleza/Fortaleza - Canal 2
TV Rádio Clube de Recife/Recife - Canal 6
TV Vitória/Vitória - Canal 6
TV Borborema/Campina Grande - Canal 9

Emissoras afiliadas
TV Sentinela/Óbidos-PA - Canal 7 (atual Band)
TV Paraná/Curitiba - Canal 6 (atual TV JB)
TV Iguaçu/Curitiba - Canal 4(de 1978 a 1980) (atual SBT)
TV Cultura/Florianópolis - Canal 6 (atual Rede Record)
TV Uberaba/Uberaba-MG - Canal 7 (atual Band)
TV Equatorial/Macapá/AP - Canal 8 (atual Record News)
TV Tibagi/Apucarana-PR - Canal 11 (atual SBT)
TV Coroados/Londrina-PR - Canal 3 (atual Rede Globo/RPC)
TV Rio Preto/São José do Rio Preto-SP - Canal 8 (atual canal 7 Rede Record)
TV Esplanada/Ponta Grossa-PR - Canal 7 (atual Rede Globo/RPC)
TV Coligadas/Blumenau-SC - Canal 3 (atual Rede Globo/RBS)
TV Montes Claros/Montes Claros-MG - Canal 4 (atual Rede Globo/InterTV)
TV Altamira/Altamira-PA - Canal 6 (atual Rede Record)
TV Atalaia/Aracaju-SE - Canal 8 (atual Rede Record)
TV Baré/Manaus-AM - Canal 4 (atual Rede Record)
Parte dessas emissoras foram distribuidas às concessões do SBT e Rede Manchete, a partir de 1981
As concessões da Rede Manchete atualmente pertencem à RedeTV!, desde 1999
Já as outras emissoras, foram compradas por outros grupos como CNT e Rede Record.